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Mostrando postagens de Abril, 2014

A não-neutralidade de redes é uma prática corriqueira de mercado

por Pedro Borges Griese

Foi aprovado recentemente na Câmara de Deputados o projeto de lei chamado Marco Civil da Internet. Uma das partes desse projeto prevê a tal neutralidade de rede.

Quatro artigos publicados neste site (aqui, aqui, aqui e aqui) ilustram os efeitos do problema da imposição da arquitetura de rede neutra na Internet.

Este artigo não tem o objetivo de debater a neutralidade de rede na Internet, mas sim o de apresentar alguns exemplos práticos de tratamentos não-neutros em outras indústrias organizadas em redes, os quais mostram como a diferenciação no tratamento — seja priorizando ou discriminando — possibilita soluções de mercado não apenas racionais, mas também úteis e corriqueiras.

Prefácio do livro "Bitcoin - A moeda na era digital"

(por Jeffrey Tucker)

Prefácio do livro "Bitcoin - A moeda na era digital", que será lançado no próximo dia 11 de abril, sexta, às 19h30, na Livraria Cultura do Shopping Casa Park (Brasília). A obra é de autoria de Fernando Ulrich. 

Por muitos séculos, a moeda em cada país era distintos nomes para essencialmente a mesma coisa: uma commodity, geralmente ouro ou prata. Estes eram o que o mercado havia selecionado pelas suas propriedades únicas particularmente adequadas à função monetária. Esse universalismo da moeda serviu bem ao mundo porque promovia o livre-comércio, auxiliando os comerciantes no cálculo econômico, e provia um freio sólido e confiável ao poder dos governos. Ela limitava o impulso nacionalista.

Como evitar os ciclos econômicos: prevenção e recuperação da crise econômica

(por Jesús Huerta de Soto)


Texto extraído do livro Moeda, Crédito Bancário e Ciclos Econômicos

Depois dos bancos iniciarem um política de expansão de crédito, ou da oferta monetária aumentar na forma de concessão de novos créditos sem cobertura de nova poupança voluntária, desencadeiam-se espontaneamente processos que, mais tarde ou mais cedo, provocam a crise e a recessão.  Assim, não é possível evitar as crises e depressões econômicas, depois de ter havido uma expansão de crédito.  A única medida possível é a de evitar o processo, impedindo que sejam iniciadas políticas de expansão de crédito ou de crescimento da oferta monetária em forma de concessão de novos créditos por parte do sistema bancário.