9 de agosto de 2015

O Essencial Hayek - Parte 6 - Quem é F.A. Hayek

Na Parte 6 (final) teremos uma visão geral sobre a vida de Friedrich August Hayek, suas realizações e eventos que influenciaram seu pensamento.



Tradução e legendas: Flávio Ghetti

16 de julho de 2015

O Essencial Hayek - Parte 5 - Vivendo em sociedade

Na Parte 5, Hayek nos oferece sua interpretação sobre como vivemos nas sociedades modernas, mostrando como as normas sociais diferem em cada ambiente em que interagimos.



Tradução e legendas: Flávio Ghetti

9 de julho de 2015

Conhecimento e Preços

Traduzido por Flávio Ghetti

por Donald J. Boudreux 
Se desejamos entender seu real funcionamento, devemos ver o sistema de preços como um mecanismo para comunicação de informação... O fato mais significativo a respeito deste sistema é a economia com a qual ele opera, ou quão pouco os indivíduos participantes precisam saber a fim de serem capazes de agir de modo correto. ~ Friedrich Hayek (1945). O Uso do Conhecimento na Sociedade, In Bruce Caldwell (ed,), The Market and Other Orders, XV, (Liberty Fund Library, 2014):100.

Imagine um quebra-cabeça de um bilhão de peças. Estas peças estão espalhadas aleatoriamente sobre um gramado de um milhão de milhas quadradas. Se alguém te atribuísse a tarefa de encontrar todas estas peças, como você faria?

5 de julho de 2015

O Essencial Hayek - Parte 4 - Normas sociais

Na Parte 4 vemos a importância das normas sociais, aquelas que emergem da livre interação entre as pessoas e, muitas vezes, sem origem ou explicação exatas. Tomamos contato com a importante diferença entre Lei e legislação governamental.



Tradução e legendas: Flávio Ghetti

1 de julho de 2015

Competição e Cooperação


Traduzido por Flávio Ghetti

Neste ensaio, o vice presidente do Cato Institute David Boaz mostra o relacionamento entre competição e cooperação, sempre apresentadas como alternativas inflexíveis: uma sociedade é organizada por um princípio ou outro. Ao contrário, como explica Boaz, na ordem econômica capitalista, pessoas competem para cooperar umas com as outras.

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Defensores do processo de livre mercado sempre enfatizam os benefícios da competição. O processo competitivo permite fazer considerações constantes. Testando, experimentando e adaptando em resposta às mudanças nas situações, a competição mantém as empresas constantemente com os pés no chão para servir a seus clientes. Tanto analiticamente quanto empiricamente podemos ver que sistemas competitivos produzem melhores resultados do que sistemas centralizados ou monopolísticos. Por isso é que em livros, artigos de jornal e aparições na TV os defensores do livre mercado enfatizam a importância de mercados competitivos e opõe-se às restrições à competição.

29 de junho de 2015

O Essencial Hayek - Parte 3 - Tudo tem seu preço (e isso é bom)

A Parte 3 da série "O Essencial Hayek" explica a importância dos preços como elementos coordenadores das diferentes cadeias produtivas contidas numa economia de mercado.



Tradução e legendas: Flávio Ghetti

21 de junho de 2015

O Essencial Hayek - Parte 2 - Ciclos Econômicos

“O Essencial Hayek” é um projeto desenvolvido pelo Fraser Institute sob coordenação de Donald J. Boudreaux, professor de Economia da George Mason University. A série apresenta as idéias centrais de um dos mais importantes intelectuais do séc. XX, F. A. Hayek.



Tradução e legendas: Flávio Ghetti

18 de junho de 2015

Eu, o Lápis – Edição de 50 anos

Introdução de Lawrence W. Reed e posfácio de Milton Friedman

Traduzido por Flávio Ghetti

Introdução
Por Lawrence W. Reed

Eloquente. Extraordinário. Atemporal. Mudança de Paradigma. Clássico. Meio século após sua primeira publicação, “Eu, o Lápis” de Leonard Read, ainda provoca tais adjetivos de louvor. Merecidamente, pois este pequeno ensaio abre os olhos e mentes de pessoas de todas as idades. Muitos que o leram pela primeira vez nunca mais viram o mundo do mesmo modo novamente.

14 de junho de 2015

O Essencial Hayek - Parte 1 - Conhecimento e Preços

O Instituto Carl Menger orgulhosamente traz para o público de língua portuguesa a série “O Essencial Hayek”, projeto desenvolvido pelo Fraser Institute sob coordenação de Donald J. Boudreaux, professor de Economia da George Mason University. A série apresenta as idéias centrais de um dos mais importantes intelectuais do séc. XX, F. A. Hayek. Ao longo dos próximos dias serão publicadas as outras partes da série.



Tradução e legendas: Flávio Ghetti

12 de junho de 2015

Eu, o Smartphone

Nada mais comum, nos dias de hoje, que ver alguém com um poderoso aparelho celular na mão. Músicas, acesso à internet, jogos, agenda... eles fazem quase tudo. Nesse vídeo - uma versão moderna do clássico ensaio de Leonard Read, "Eu, o Lápis" - conheça mais sobre a cooperação social, as relações de mercado, a importância da livre concorrência e o sistema de preços que coordena a produção dessas maravilhas tecnológicas.



Tradução e legendas: Flávio Ghetti

5 de junho de 2015

Clube de Leitura - Submissão

Submissão
A próxima obra do Clube de Leitura é um dos um dos livros mais discutidos no mundo depois dos atentados em Paris, ocorridos em janeiro deste ano.

França, 2022. Depois de um segundo turno acirrado, as eleições presidenciais são vencidas por Mohammed Ben Abbes, o candidato da chamada Fraternidade Muçulmana. Carismático e conciliador, Ben Abbes agrupa uma frente democrática ampla. Mas as mudanças sociais, no início imperceptíveis, aos poucos se tornam dramáticas.

François é um acadêmico solitário e desencantado, que espera da vida apenas um pouco de uniformidade. Tomado de surpresa pelo regime islâmico, ele se vê obrigado a lidar com essa nova realidade, cujas consequências - ao contrário do que ele poderia esperar - não serão necessariamente desastrosas.

Comparado a 1984, de George Orwell, e a Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, Submissão é uma sátira precisa, devastadora, sobre os valores da nossa própria sociedade. É um dos livros mais impactantes da literatura atual.

DATA: 26 de junho de 2015, sexta-feira, 19h00 às 20h30.

LOCAL: Espaço Educacional da DXI
SHS, Complexo Brasil 21, Bloco A, Sala 312 (em frente ao Posto da Torre), Brasília, DF.

29 de maio de 2015

A verdade sobre o salário mínimo

Quais os principais determinantes dos salários numa economia? Quais as consequências das leis de salário mínimo? Saiba isso e muito mais neste vídeo.


26 de maio de 2015

Quando o Internet Explorer dominava o mundo

por Jeffrey Tucker

(traduzido por Flávio Ghetti)

A Microsoft anunciou em abril de 2015 que estava finalmente “guardando no armário” o Internet Explorer (IE), terminando oficialmente suas duas décadas de reinado como rei e, posteriormente, como bobo da corte dos navegadores web. O foco principal da cobertura da mídia tem sido em como o IE foi superado por Firefox, Safari e Chrome – para não mencionar os aplicativos para dispositivos móveis que estão rapidamente ultrapassando os programas tradicionais de computador como o nicho de navegação na internet. Mas, era uma vez, o IE dominou a rede mundial de computadores.

Nos sites que administrei pude ver como o IE foi de 95% do tráfego para 20%, uma queda espetacular e bem merecida, que durou vinte anos completos. A Microsoft nunca foi capaz de consertar seus intermináveis problemas de segurança. Cada nova versão, da primeira à décima, parecia consertar alguma questão da versão anterior enquanto introduzia novos problemas.

22 de maio de 2015

A verdade sobre consumo e poupança

Os contínuos incentivos ao consumo são benéficos para a economia? Como poupança e investimento interagem? Nesse vídeo saiba mais sobre as relações entre consumo, poupança e produtividade da economia.


21 de maio de 2015

Enganados pelo PIB: Atividade econômica versus crescimento econômico

por Steven Horwitz

(traduzido por Flávio Ghetti)

Mesmo os economistas mais inteligentes podem cometer os erros mais simples. Dois livros recentes, Violence and Social Order de Douglas North, John Wallis e Barry Weingast e Why Nations Fall de Daron Acemoglu e James Robinson incorrem num equívoco sobre crescimento econômico. Ambos os livros falam das altas taxas crescimento na economia soviética em meados do século XX. Mesmo que os autores corretamente tenham notado que tais taxas não podiam ser sustentadas, continuam a assumir que as quantificações de agregados como o PIB, (as quais acreditam ser evidência de crescimento), realmente refletem melhorias nas vidas dos cidadãos soviéticos. Não está claro que tais agregados sejam bons indicadores do genuíno crescimento econômico.

20 de maio de 2015

Os Bancos Centrais e os Ciclos Econômicos

Nesse vídeo você saberá mais sobre a interação entre poupança, oferta de crédito e taxa juros. Verá também como os bancos centrais influenciam na formação das taxas de juros e, por consequência, nos ciclos econômicos.



19 de maio de 2015

Mais dinheiro não significa mais poupança

por Frank Shostak

(traduzido por Flávio Ghetti)

Poupança não tem nada a ver com dinheiro. Por exemplo, se um padeiro produz dez fôrmas de pão e consome uma fôrma, sua poupança é de nove fôrmas de pão. Em outras palavras, a “poupança” neste caso é a renda real (sua produção de pão) menos a quantidade de pão que o padeiro consumiu. A poupança do padeiro permite agora que ele obtenha outros bens e serviços.

Por exemplo, o padeiro pode agora trocar os pães poupados por um par de sapatos com um sapateiro. Note que a poupança do padeiro é seu meio de pagamento real – ele paga pelos sapatos com os pães poupados. Do mesmo modo, o sapateiro paga pelas nove fôrmas de pão com os sapatos que representam sua poupança real.

Clube de Leitura - A Vida na Sarjeta

A Vida na Sarjeta
O próximo livro a ser analisado no Clube de Leitura é A Vida na Sarjeta, uma das mais
impressionantes análises sobre o modo de vida das camadas mas pobres da sociedade inglesa, bem como sobre as consequências nefastas do assistencialismo próprio dos modelos de estado de bem-estar social.

Conforme a sinopse, a obra "é o relato pungente da vida da subclasse inglesa e das razões de as pessoas persistirem nessa vida, escrito por um psiquiatra britânico que cuida da clientela de baixa renda de um hospital de periferia e dos detentos de uma penitenciária de Londres. A percepção fundamental do Dr. Dalrymple é a de que a pobreza continuada não tem causas econômicas, mas encontra fundamento em um conjunto de fatores disfuncionais, continuamente reforçados por uma cultura de elite em busca de vítimas. O livro apresenta dezenas de relatos reveladores e verídicos que são, ao mesmo tempo, divertidos, assustadoramente horríveis e bem ilustrativos, escritos em uma prosa que transcende o jornalismo e alcança a qualidade de verdadeira literatura."

Aproveitem a leitura daquele que é considerado um dos maiores ensaístas da língua inglesa em atividade.

DATA: 25 de maio de 2015, segunda-feira, 19h30 às 21h00.

LOCAL: ASA NORTE, SQN 210, BLOCO A, salão de festas

13 de maio de 2015

Economia e Direito - A Questão da Propriedade Intelectual

Vídeo da palestra proferida por André Luiz Santa Cruz Ramos em 9 de março de 2015.



André é bacharel e mestre em direito pela UFPE, especialista em direito da economia e da empresa pela FGV-RJ, especialista em direito da concorrência pela FGV-SP, doutor em direito empresarial pela PUC-SP, professor de direito empresarial do centro universitário IESB e autor de livros na área do direito empresarial. Recentemente publicou o livro Os Fundamentos Contra o Antitruste.

11 de abril de 2015

Clube de Leitura - Conflito de Visões

Thomas Sowell
No próximo encontro do Clube de Leitura do Instituto Carl Menger conversaremos sobre Conflito de Visões: Origens Ideológicas das Lutas Políticas, obra fundamental de Thomas Sowell, certamente um dos mais respeitados intelectuais do nosso tempo.

Conforme reflexão contida na contra-capa, "quais pressupostos fundamentais existem por trás das tão variadas visões ideológicas de mundo em disputa nos tempos modernos? O propósito aqui não será o de determinar qual dessas visões é mais válida. Trata-se, antes, de revelar a lógica inerente por trás de cada um desses conjuntos de visões e as ramificações de seus pressupostos que levam não somente a várias conclusões sobre questões específicas, mas também a significados completamente diferentes para palavras fundamentais como “justiça”, “igualdade” e “poder”. Embora este seja, por um lado, um livro sobre a história das ideias, também trata muito de nosso próprio tempo, pois esse conflito de visões é tão acirradamente disputado hoje quanto foi nos dois últimos séculos."

1a. Reunião (Conflito de Visões, Parte I)
DATA: 24 de abril de 2015, sexta-feira, 19h00 às 20h30.

2a. Reunião (Conflito de Visões, Parte II)
DATA: 8 de maio de 2015, sexta-feira, 19h00 às 20h30.

LOCAL: Espaço Educacional da DXI
SHS, Complexo Brasil 21, Bloco A, Sala 312 (em frente ao Posto da Torre), Brasília, DF.

Compareçam! Boa leitura a todos(as)!

8 de abril de 2015

A lógica da ação e o ciclo da prosperidade

por Tullio Bertini

Uma das principais discussões da filosofia se concentra no debate sobre até que ponto a mente humana é apenas um subproduto da realidade objetiva e, consequentemente, até que ponto devemos confiar na razão para a busca de conhecimento.

A visão predominante afirma que é na realidade objetiva que devemos buscar e comprovar todo o tipo de conhecimento acessível à mente, mesmo nas ciências sociais, de forma que qualquer teoria ou hipótese sobre o mundo ou sobre a mente deve estar amparada em dados empíricos.

2 de março de 2015

PALESTRA: Economia e Direito - A Questão da Propriedade Intelectual


Data: 9 de março de 2015, segunda-feira
Hora: 19h30
Local: Espaço educacional da DXI
Setor Hoteleiro Sul, Complexo Brasil 21, Bloco A, Sala 312 (em frente ao Posto da Torre), Brasília, DF. Vagas limitadas a 40 lugares.

Poucos temas despertam mais interesse que a necessidade de defesa dos chamados "direitos de
propriedade intelectual". Eles são importantes para o desenvolvimento tecnológico ou representam barreiras à concorrência? Ideias podem ser objeto de apropriação? Estabelecer propriedade sobre ideias não seria uma criação artificial de escassez? Em suma, o conhecimento jurídico é suficiente ou existem consequências econômicas não planejadas?

Essas e outras questões serão abordadas nessa palestra.

A apresentação ficará a cargo de André Luiz Santa Cruz Ramos. Bacharel e mestre em direito pela UFPE, especialista em direito da economia e da empresa pela FGV-RJ, especialista em direito da concorrência pela FGV-SP, doutor em direito empresarial pela PUC-SP, professor de direito empresarial do centro universitário IESB e autor de livros na área do direito empresarial. Recentemente publicou o livro Os Fundamentos Contra o Antitruste.

23 de fevereiro de 2015

Biografia: Carl Menger

Homenagem a Carl Menger, nascido a 23 de fevereiro de 1840

por Jim Powell

Carl Menger tem a dupla distinção de ser o fundador da economia austríaca e um co-fundador da revolução da utilidade marginal. Menger trabalhou separado de William Jevons e Leons Walras, e chegou a conclusões semelhantes, mas por um método diferente. Ao contrário de Jevons, Menger não acreditava que bens proporcionavam “utilidades” ou unidades de utilidade. Em vez disso, escreveu que as mercadorias são importantes, pois servem a usos diversos, cujas importâncias se diferem. Por exemplo, os primeiros baldes de água são utilizados para satisfazer as mais importantes práticas, e os baldes seguintes são usados em fins cada vez menos importantes.

22 de fevereiro de 2015

Clube de Leitura - Teoria e História

Vivemos num mundo que anda em ritmo acelerado. As obrigações do dia-a-dia, somadas à infinidade
de notícias que horas depois já parecem obsoletas, nos afastam da prática da leitura aprofundada, voltada para a construção de um conhecimento mais permanente.

Pensando nisso, o Instituto Carl Menger lança seu Clube de Leitura. Periodicamente serão feitos encontros para analisar e debater as obras cuja leitura está sendo proposta. Dentro do propósito de um clube de leitura, recomendamos o estudo dos capítulos sugeridos antes de cada encontro.

O primeiro livro que estudaremos em conjunto é TEORIA E HISTÓRIA, de Ludwig von Mises. Segundo Murray Rothbard, Teoria e História “continua a ser a obra-prima mais negligenciada de Mises. (...) É a grande obra metodológica de Mises, que explica a base da sua visão da economia, e apresenta críticas brilhantes a alternativas falaciosas, como o historicismo, o cientificismo e o materialismo dialético marxista.”

É possível adquirir Teoria e História nas melhores livrarias do Brasil e na loja virtual do Instituto Mises Brasil. O livro também encontra-se disponível para download gratuito.

A agenda de encontros é a seguinte:

1) 4 de março de 2015, quarta-feira, 19h30 às 21h (Prefácio ao Capítulo 7)

2) 27 de março de 2015, sexta-feira, 19h00 às 20h30 (Capítulo 8 ao Capítulo 16)

As reuniões serão realizadas no espaço educacional da DXI.

Local: SHS, Complexo Brasil 21, Bloco A, Sala 312 (em frente ao Posto da Torre), Brasília, DF.

Compareçam! Boa leitura a todos(as)!

14 de fevereiro de 2015

Há muito governo na nossa gasolina

por Daniel Marchi

Com o preço médio da gasolina acima de R$ 3,50 na maior parte do país, e chegando a R$ 4,51 em algumas localidades (dependendo do tipo da gasolina escolhida) — e tudo isso justamente em um momento em que o preço da gasolina está em queda no resto do mundo —, a conclusão é que há muito governo em cada litro da gasolina brasileira.

No entanto, tudo isso é ainda muito pior do que parece.

Embora as principais intervenções diretas do governo sejam claras e visíveis a todos — o retorno da CIDE e a decisão da Petrobras de aumentar o preço para refazer seu caixa, esfacelado pela corrupção —, há também outras intervenções que o cidadão comum não consegue visualizar, mas que são ainda mais deletérias do que essas duas intervenções explícitas do governo.

A seguir, uma lista das 9 principais contribuições do governo brasileiro para o preço e para a qualidade da nossa gasolina:

3 de fevereiro de 2015

Neutralidade de rede: a regulação da Internet sendo instalada

por Daniel Marchi

Algumas semanas são especialmente pródigas em notícias ruins.  Foi o que aconteceu semana passada sobre o assunto neutralidade de rede.

Nos últimos anos, diversos governos vêm impondo o conceito de rede neutra de cima para baixo, por meio de leis e medidas regulatórias.  Grosso modo, neutralidade de rede significa que serviços, aplicações e o tráfego em geral devem ter tratamento igualitário dentro de uma determinada rede de dados.

Tal comando não se restringe aos aspectos técnicos da gestão da rede; abrange especialmente as relações comerciais dos diferentes agentes da cadeia de negócios: dos detentores de infra-estrutura de rede aos consumidores finais, passando por geradores de conteúdo, aplicativos etc.

Economia numa única postagem

por Daniel Marchi

1. A riqueza de uma pessoa, família ou nação depende da sua capacidade de produção. "Quem não trabalha não come."

2. A produção deve ser guiada única e exclusivamente pelos consumidores, num ambiente de livre concorrência entre capitalistas/empresários. Bens e serviços são valorados de forma subjetiva.

3. Um sistema de trocas indiretas (mercados, moedas) permite a contínua especialização do trabalho. Bens de capital (máquinas, ferramentas etc) são possíveis pela poupança. Quanto maior a especialização do trabalho e a quantidade de bens de capital, maior a produção.

4. O sistema monetário permite a contabilidade de lucros e prejuízos. O sistema de preços auxilia os empresários sobre quais bens devem ou não serem produzidos, e como. O processo de mercado é dinâmico e imperfeito. Mais do que produtos e serviços, a ordem de mercado coordena o conhecimento disperso na sociedade.

5. A propriedade privada é imprescindível. Sem essa instituição os itens acima sequer fazem sentido. O socialismo é economicamente impossível (caótico) por inviabilizar o cálculo econômico racional e dificultar a circulação do conhecimento.

6. O melhor que um governo pode fazer é não atrapalhar. Intervenções deturpam o sistema de preços e, por consequência, prejudicam a produção e o bem-estar social. O mercado é para profissionais, não para burocratas tagarelas, muito menos para políticos.