Pular para o conteúdo principal

Clube de Leitura - A Vida na Sarjeta

A Vida na Sarjeta
O próximo livro a ser analisado no Clube de Leitura é A Vida na Sarjeta, uma das mais
impressionantes análises sobre o modo de vida das camadas mas pobres da sociedade inglesa, bem como sobre as consequências nefastas do assistencialismo próprio dos modelos de estado de bem-estar social.

Conforme a sinopse, a obra "é o relato pungente da vida da subclasse inglesa e das razões de as pessoas persistirem nessa vida, escrito por um psiquiatra britânico que cuida da clientela de baixa renda de um hospital de periferia e dos detentos de uma penitenciária de Londres. A percepção fundamental do Dr. Dalrymple é a de que a pobreza continuada não tem causas econômicas, mas encontra fundamento em um conjunto de fatores disfuncionais, continuamente reforçados por uma cultura de elite em busca de vítimas. O livro apresenta dezenas de relatos reveladores e verídicos que são, ao mesmo tempo, divertidos, assustadoramente horríveis e bem ilustrativos, escritos em uma prosa que transcende o jornalismo e alcança a qualidade de verdadeira literatura."

Aproveitem a leitura daquele que é considerado um dos maiores ensaístas da língua inglesa em atividade.

DATA: 25 de maio de 2015, segunda-feira, 19h30 às 21h00.

LOCAL: ASA NORTE, SQN 210, BLOCO A, salão de festas

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Função social da empresa, da propriedade e do contrato: O que é isso?

por José Carlos Zanforlin
Julgar é uma forma de ação humana
Algumas teorias são tão fabulosas em simplicidade e abrangência que perduram no tempo e influenciam diversas áreas de nossa manifestação intelectual. A teoria da ação humana, de Ludwig von Mises, que foi base de seu tratado de economia, é uma delas. Em suas palavras, “Estas observações preliminares se faziam necessárias a fim de explicar por que este tratado coloca os problemas econômicos no vasto campo de uma teoria geral da ação humana. ”[1]. Muito antes de Mises, é emblemático que João, em seu Evangelho, tenha dito que “No princípio era o verbo”, para explicar o início de tudo. Sabemos todos nós que verbo retrata ação; logo, o princípio criador de tudo foi/é a ação, provenha de onde provier.

Governo, cidadão e voto: como o voto disfarça os privilégios

por José Carlos Zanforlin
O SCRIPT
Antes de tudo, esclareça-se que cidadão, na estrutura política do Estado, é o indivíduo que vota e pode ser votado; assim, por causa do tema do artigo, será utilizado esse termo quando referido aos que votam, embora “indivíduo”, que também se submete ao Estado, seja conceito muito mais abrangente e verdadeiramente ontológico.
A Constituição brasileira em vigor, logo no artigo primeiro, contém três informações: (i) o Brasil é um estado federado, e não unitário, (ii) seu regime de governo é democrático, e não autoritário, e (iii) o poder provém do povo, mas é exercido por meio de representantes ou diretamente em específicas situações[1]. Esses dados são obtidos diretamente do texto constitucional, e expressam noção de valor do grupo dominante que elaborou a Constituição. Entretanto, é possível obter-se outras impressões sobre democracia, aqui; aqui; aqui e aqui.

Biografia: Carl Menger

Homenagem a Carl Menger, nascido a 23 de fevereiro de 1840

por Jim Powell

Carl Menger tem a dupla distinção de ser o fundador da economia austríaca e um co-fundador da revolução da utilidade marginal. Menger trabalhou separado de William Jevons e Leons Walras, e chegou a conclusões semelhantes, mas por um método diferente. Ao contrário de Jevons, Menger não acreditava que bens proporcionavam “utilidades” ou unidades de utilidade. Em vez disso, escreveu que as mercadorias são importantes, pois servem a usos diversos, cujas importâncias se diferem. Por exemplo, os primeiros baldes de água são utilizados para satisfazer as mais importantes práticas, e os baldes seguintes são usados em fins cada vez menos importantes.