Pular para o conteúdo principal

PALESTRA: Economia e Direito - A Questão da Propriedade Intelectual


Data: 9 de março de 2015, segunda-feira
Hora: 19h30
Local: Espaço educacional da DXI
Setor Hoteleiro Sul, Complexo Brasil 21, Bloco A, Sala 312 (em frente ao Posto da Torre), Brasília, DF. Vagas limitadas a 40 lugares.

Poucos temas despertam mais interesse que a necessidade de defesa dos chamados "direitos de
propriedade intelectual". Eles são importantes para o desenvolvimento tecnológico ou representam barreiras à concorrência? Ideias podem ser objeto de apropriação? Estabelecer propriedade sobre ideias não seria uma criação artificial de escassez? Em suma, o conhecimento jurídico é suficiente ou existem consequências econômicas não planejadas?

Essas e outras questões serão abordadas nessa palestra.

A apresentação ficará a cargo de André Luiz Santa Cruz Ramos. Bacharel e mestre em direito pela UFPE, especialista em direito da economia e da empresa pela FGV-RJ, especialista em direito da concorrência pela FGV-SP, doutor em direito empresarial pela PUC-SP, professor de direito empresarial do centro universitário IESB e autor de livros na área do direito empresarial. Recentemente publicou o livro Os Fundamentos Contra o Antitruste.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Governo, cidadão e voto: como o voto disfarça os privilégios

por José Carlos Zanforlin O SCRIPT Antes de tudo, esclareça-se que cidadão, na estrutura política do Estado, é o indivíduo que vota e pode ser votado; assim, por causa do tema do artigo, será utilizado esse termo quando referido aos que votam, embora “indivíduo”, que também se submete ao Estado, seja conceito muito mais abrangente e verdadeiramente ontológico . A Constituição brasileira em vigor, logo no artigo primeiro, contém três informações: (i) o Brasil é um estado federado, e não unitário, (ii) seu regime de governo é democrático, e não autoritário, e (iii) o poder provém do povo, mas é exercido por meio de representantes ou diretamente em específicas situações [1] . Esses dados são obtidos diretamente do texto constitucional, e expressam noção de valor do grupo dominante que elaborou a Constituição. Entretanto, é possível obter-se outras impressões sobre democracia, aqui ; aqui ; aqui e aqui .

A racionalidade praxeológica

por Tullio Bertini A análise econômica tradicional, baseada nas teorias neoclássicas, assume em seus modelos que os agentes são racionais. Dentre as premissas consideradas como justificativa para o modelo de agente racional[1], destacam-se aquelas em que os indivíduos tomam decisões buscando maximizar os seus valores esperados e que apresentam preferências consistentes ao longo do tempo. Isso significa que as decisões e preferências dos indivíduos devem seguir uma lógica baseada nas probabilidades estatísticas de classe e manter-se “coerentes” ao longo do tempo.

O Essencial Hayek - Parte 6 - Quem é F.A. Hayek

Na Parte 6 (final) teremos uma visão geral sobre a vida de Friedrich August Hayek, suas realizações e eventos que influenciaram seu pensamento. Tradução e legendas: Flávio Ghetti